This user hasn't shared any biographical information
edição limitada, temporada dois, episódio um
Posted in Uncategorized on Setembro 4, 2010

O Edição Limitada está de volta após as férias de verão e traz na bagagem o melhor do alternativo, indie e experimental que se ouve por estes lados. O primeiro episódio desta nova temporada dá-se com um enferrujado Diogo Lima e traz uma grande variedade de sons, desde Deerhunter a António Variações passando por Neon Indian, Cornelius e muito mais. A qualidade de som (e dos comentários) não é das melhores, mas já se ouviu muito pior. Esperemos que gostem.
O QUE SE OUVIU POR HOJE:
- Deerhunter // Revival
- Clap Your Hands Say Yeah // The Skin of My Yellow Country Teeth
- António Variações // Canção de Engate
- Os Golpes // Vá Lá Senhora
- B Fachada // Cantiga de Amigo
- Hockey // Song Away
- Mark Ronson ft. The Business Intl // Bang Bang
- Ratatat // Mirando
- Neon Indian // Deadbeat Summer
- Caribou // Sun
- Cornelius // Drop
- Zedisaneonlight // Give You My (Love)
Mais informações em www.edicaolimitada.tumblr.com. Ouçam, partilhem e comentem!
como este conjunto de palavras me descreve tão bem!
Posted in Uncategorized on Agosto 10, 2010
1. If you must drag them to a party, please don’t abandon them.
Don’t go rushing off to catch up with your other friends without including the introvert; the inny will die in a corner.
2. If they actually call and want to talk, listen!
These moments may not come often, since Innies usually work out their problems within their own brains, but that does not mean they are all Bella Swan “suffer in silence” types.
3. Realize that they do want to be alone sometimes.
They may have gone to that party, and even enjoyed it, but they burn out faster than you and need time to recharge alone. The assumption that all introverts are shy really bugs me. This is not always the case. They can be charming, tell jokes, and generally be the life of the party…but for a limited time only.
4. Skip the small talk.
Introverts are reflective beings and enjoy conversations about feelings and debating things like the ontological argument, and whatever interests they have. They can only tolerate chitchat with people they just met or haven’t seen for awhile. If you must tell them your entire jam-packed weekend in detail, check your inny friend for signs of consciousness periodically.
5. Introverts don’t hate people.
They just find them tiring.
6. Introverts are socially aware.
Yes, we are well-versed in social nuances, customs, and mannerisms; we just don’t implement them as frequently as extroverts do.
tirei isto do blog do ricardo gama porque se parece demasiado comigo. devia andar com um papelinho desses colado às costas!
a minha impressão sobre lisboa
Posted in Uncategorized on Julho 7, 2010
Estive na capital algumas vezes na minha vida em estadias nunca superiores a duas semanas. Já lá vou desde 1998, a maioria das vezes em férias. Agora que vou para lá morar, decidi reflectir um bocado sobre a cidade que me vai acolher, em princípio, durante mais ou menos três anos: Lisboa é uma cidade, no mínimo, estranha. É uma mistura e reflexo da nossa já antiga vontade de sermos cosmopolitas, evoluídos e avançados com o comportamento típico português mediterrânico, preguiçoso, desmazelado.
Não nego a sua beleza. Há, de facto, uma certa mística nos cantos históricos, nas suas ruas antigas e monumentos que me agrada e dá um toque mágico à coisa. A sua sujidade é interessante: por um lado, assenta bem nos prédios antigos (quase a ruir) e nos seus sítios tradicionais; por outro, a poluição intensa, o barulho e o degredo característicos de uma cidade assim tornam-na num sítio infeliz, estranho, inseguro.
É a capital do meu, do nosso país. Não que tenha altos sentimentos patrióticos, mas não digo mentira nenhuma. Fazem por merecê-lo em várias áreas como é o caso da cultura (falo daquilo que sei ou tenho conhecimento, neste caso) ou, talvez por serem o “centro” do país, o rumo das coisas acaba por, inevitavelmente, virar para lá. Não que tenha algo contra, mas tanto os bons aspectos disso como os maus acabam por ir lá parar todos.
Quanto às pessoas, vejo-as de diferentes maneiras. Há quem te receba (pouca gente) com um xi-coração e dois dedos de conversa, mas há principalmente uma sensação de distância (e até soberba, em alguns casos) característica das grandes cidades. Não diria que as pessoas são pouco amigáveis mas sim muito provavelmente cansadas por carregar o stress e as responsabilidades da vida quotidiana, marcadas talvez pela insegurança do lugar em que vivem.
Provavelmente podia passar mais algum tempo a especular e falar das impressões que tenho sobre Lisboa mas acabaria eventualmente por cair na asneira. Desculpem lá qualquer parvoíce que disse sobre vós, alfacinhas.
querem links para todos os “edição limitada”?
Posted in Uncategorized on Julho 3, 2010
Cliquem aqui e terão a possibilidade de ouvir em qualidade agradável todos os podcasts já feitos pelo vosso amiguinho. Há boa música, alguma conversa de merda e afins. Se quiserem fazer o download de algum episódio em particular basta comentar. E agora uma imagem engraçada só para acabar com isto.

edição limitada número dez
Posted in Uncategorized on Junho 27, 2010

Qual é o nome do instrumento musical utilizado num mundial de futebol de lésbicas?
O décimo Edição Limitada traz-nos o Bruno Moreira e Rodrigo Vaz como convidados novamente, garantindo muita conversa (estúpida, provavelmente) no programa. Musicalmente, volta a incursão no novo de LCD Soundsystem. Há Foals, Gorillaz vs. CSS vs. Killers, Offspring e até afro-beat. Aviso: pode conter o seu quê de linguagem obscena ou ignorante.
PLAYLIST
LCD Soundsystem – I Can Change
Gorillaz vs. Cansei de Ser Sexy vs. The Killers – Alala told me to feel good (DJ Sunderland mashup)
Foals – Miami
Ok Go – Here it Goes Again
The Vicious Five - Shook Me All Night Long (AC/DC Cover, versão três pistas)
Black’s'Zenith – Shongo Oba Onina
Chemical Brothers – Galvanize
Manu Chao – Me Gustas Tu
Offspring – The Worst Hangover Ever
Rusko – Jahova
Victor Espadinha – Recordar é Viver
O episódio está disponível momentaneamente para download aqui (se falhar digam qualquer coisa). Como de costume, vão comentando e espalhando o amor. Que acharam do podcast, dos convidados e coise? Esperamos que tenham gostado.
breves palavras de sabedoria
Posted in Uncategorized on Junho 27, 2010
após uma noite dedicada a um período forçado de reflexão cheguei a esta breve teoria/conclusão/maltrapilho/provérbio/ideia escrito:
é chato quando queremos estar noutro sítio mas não podemos e temos de nos cingir a onde estamos. por outro lado, é chato quando temos a oportunidade de estar noutro lado mas estamos bem onde estamos.
pronto. e assim chega a crise das férias.
obrigado, fx, por me teres dado a descobrir a (provavelmente) melhor série que alguma vez vi na minha vida.
Posted in Uncategorized on Junho 24, 2010
A sério, se algum dia vão ler um dos meus posts ou seguir um dos meus conselhos, sigam e leiam este.

Extras é uma série de Ricky Gervais e Stephen Merchant criada em colaboração entre a HBO e a BBC e conta a história de Andy Millman (representado pelo próprio Gervais), um figurante com o desejo de ser um actor bem sucedido no cinema que vem a descobrir que por causa da sua idade (40 anos), da sua indeterminada aparência e da sua extrema falta de talento, não consegue arranjar nenhum papel significativo. As suas aventuras e desventuras são vividas ao lado da amiga Maggie (Ashley Jensen, de Betty Feia), do agente Darren (Stephen Merchant) e de outras brilhantes personagens.
Uma das características interessantes neste programa é o facto de haver sempre uma personalidade conhecida a participar em cada episódio, desde Samuel L. Jackson a Ben Stiller, passando por Kate Winslet, Orlando Bloom e muito mais. Estes entram na série como versões deturpadas deles próprios numa espécie de sátira da superficialidade e weirdness do mundo das artes (como é o caso de Daniel Radcliffe, o famoso Harry Potter, a tentar papar gajas apesar da sua tenra idade ou de Chris Martin que anda de inúmeras em inúmeras obras de beneficiência).
Na minha humilde opinião acho que estamos perante uma das melhores sitcoms de sempre. Não é para toda a gente porque é uma série tipicamente brit com um humor corrosivo, complexo e sarcástico e muitas piadas com alusões a estrelas do UK que requerem um ligeiro conhecimento da cultura geral do burgo mas acaba por ser uma experiência extremamente recompensadora. É incrível ver a evolução da personagem principal ao longo dos vários episódios na medida em que acaba por haver sempre algo que não se espera. Quando não pensamos que Millman ou o seu agente não poderiam descer mais baixo, pensem novamente!

Contudo, Extras não é só os episódios engraçados com as superestrelas com que Andy Millman ou a sua amiga Maggie se encontram. É uma reflexão subtil e irónica sobre o mundo do entretenimento e aquilo a que chegou, desde a vida privada das estrelas e a sua relação com os paparazzi à luta pela fama e a dicotomia arte vs. dinheiro (e a personagem principal passa por muito maus lençóis à pala disso).
Podia ficar aqui a reflectir e discutir cada episódio da série, cada personagem e cada aspecto por muito tempo. Foi uma obra que me marcou e que, ao contrário de muitas outras séries (e até filmes complexos/tendenciosos com esse objectivo), fez pensar. A sério, dêem uma oportunidade a Ricky Gervais e a Stephen Merchant, vão ver que é muito bom.
e agora o limite é o céu.
Posted in Uncategorized on Junho 21, 2010
Esta música é capaz de exprimir muito bem a felicidade que sinto agora. Não tanto pela letra em si (que também tem o seu quê de verdade, mas não é bem essa a mensagem), mas sim pela sua sonoridade. Ainda me arrepio a ouvir isto. É que há um mundo, qualquer coisa de mágico que se vai deixando mostrar sem nunca aborrecer por um milésimo de segundo. E é bonito. Só falta poder chegar ao céu. Boas férias, gente.

