Arquivo de Agosto, 2010

fui a única que obedeceu ao rodrigo e postou

sou obediente e já demonstrei o que queria. agora vou dormir. ciao

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Ka-boom!

Este foi um set que fiz há tempos. Ouçam se puderem e quiserem…espero que gostem

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Wat?

Fumar ajuda a proteger contra a doença de Parkinson? WAT?

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Julhosto

Também se podia chamar Agulho e se calhar até era mais engraçado, mas achei que a ordem cronológica fazia mais sentido. Ora portanto.. não sei se tentaram adivinhar o que raio quero eu dizer com isto mas eu esclareço: é o resumo das coisas pseudo-interessantes que aconteceram nestes dois meses.

coisa nº1: Festival Alive!10

Very cool. Estava cheio de estrangeiros, imensos australianos, espanhóis e alemães. Ingleses também. No geral eram todos altos e loiros. Excepto os espanhóis que se pareciam um pouco com o Cristiano Ronaldo.

Como vêem é um óptimo festival, cheio de estrangeirada, boa música e relativamente barato. Infelizmente não consegui bilhete para os três dias nem estou grande paciência para escrever (daí estas frases curtas e quase sem nexo, que parecem saídas do melhor dos blocos de notas).

Para além de ter recebido ofertas da Optimus, da Asus (um microfone para o pc, not bad!), Chipmix, EDP, Samsung e Fnac, também assisti a concertos.

O meu preferido foi de longe o de Florença e a Máquina. Assisti também a Devendra Banhart, Os XX, A Vermelha, Calvin Harris, Ardes, e claro aos Fé Nunca Mais que eram cabeças de cartaz e que tocaram Fácil como a Manhã de Domingo enquanto eu estava deitada no pseudo-mini-palco da Iced Tea. No dia 9 foi a vez d’Os Maccabees, Mexerico, Jacto, Pregadores da Rua Manic, Skunk Anansie e um bocado do DJ Set de Benga e dos Buraka DJs.

Foi um festival muito produtivo e fiquei muito feliz por terem passado Gogol na televisão :D

coisa nº2: Praia com amigos

e como foi durante o dia não tive gente a cheirar-me os pés

coisa nº3: Trabalhei na função pública durante o mês de Julho

por isso recebi e havia dias em que não fazia literalmente nada

coisa nº4: fui ao 5 para a meia-noite

no dia em que a filomena cautela recebeu a simone de oliveira, e adorei. Não só porque fiquei a saber o calendário menstrual da Filomena (sim… ela declarou ‘BOA NOITE PESSOAL, EU ESTOU COM O PERÍODOO’) como pudémos assistir à so-called “magia do directo” quando a simone se levantou de repente para ir à casa de banho e a Mena ficou pendurada.

Coisa nº5: fui de férias para um sítio chamado Arroteia

(não era mais giro se levasse hífen?). Este sítio fica numa zona do algarve que tem setas a apontar para o meio do mato e se quisermos ir à praia temos que ir ou de comboio ou barco.

Coisa nº6: Saí da Arroteia e fui para Lagos

onde as setas já apontam para estradas e onde o acesso à praia é feito de carro. E é bom referir que é acesso a uma praia praticamente deserta, com uma única linha de chapéus de sol. Onde fica este paraíso? Segredo… Não vos quero lá a fazer outra linha de chapéus.

Coisa nº7: Voltei a Lisboa

e vim escrever este post porque vocês mereciam e o rodrigo insistiu. Entretanto descobri a lista das 50 melhores novas bandas de 2010, segundo o NME e tenho estado a ouvir essa listinha.

Aqui fica o link: http://blitz.aeiou.pt/?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/64630

Beijocas larocas e continentais <3 *

 

* sim, apeteceu-me apirosar a coisa

PS: há um ano estava a fazer um interrail, mas isso fica para outro post que este já tem um tamanho decente

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Que cartaz!

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Seguritite

Está em todo o lado, de aeroportos a elevadores, das lojas às ruas. Há câmaras de vigilância em todo o lado, controles de passageiros em todos os aeroportos. Pode-se interditar o acesso a tudo, desde que seja por “motivos de segurança”. Vivemos todos obcecados com a possibilidade de um ataque qualquer, em qualquer lado. É certo que a insegurança aumentou, mas a obsessão pela segurança tem que ser controlada. Há riscos em todo o lado, até em andar na rua. E por mais precauções que tenhamos, como pagar em dinheiro ou ter as portas e as janelas de casa fechadas, nunca estamos totalmente seguros. E para a polícia britânica, até isso é suspeito.

Este anúncio prova até que ponto a paranóia da segurança, sobretudo nas sociedades ocidentais, pode chegar. Nós, que nos batemos (e orgulhamo-nos por isso) por defendermos os valores da liberdade e da democracia, acabámos prisioneiros da suposta defesa desses mesmos ideais. Que triste seguritite.

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como este conjunto de palavras me descreve tão bem!

How to Be Friends with an Introvert

1. If you must drag them to a party, please don’t abandon them.
Don’t go rushing off to catch up with your other friends without including the introvert; the inny will die in a corner.

2. If they actually call and want to talk, listen!
These moments may not come often, since Innies usually work out their problems within their own brains, but that does not mean they are all Bella Swan “suffer in silence” types.

3. Realize that they do want to be alone sometimes.
They may have gone to that party, and even enjoyed it, but they burn out faster than you and need time to recharge alone. The assumption that all introverts are shy really bugs me. This is not always the case. They can be charming, tell jokes, and generally be the life of the party…but for a limited time only.

4. Skip the small talk.
Introverts are reflective beings and enjoy conversations about feelings and debating things like the ontological argument, and whatever interests they have. They can only tolerate chitchat with people they just met or haven’t seen for awhile. If you must tell them your entire jam-packed weekend in detail, check your inny friend for signs of consciousness periodically.

5. Introverts don’t hate people.
They just find them tiring.

6. Introverts are socially aware.
Yes, we are well-versed in social nuances, customs, and mannerisms; we just don’t implement them as frequently as extroverts do.

tirei isto do blog do ricardo gama porque se parece demasiado comigo. devia andar com um papelinho desses colado às costas!

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O que é isso de ser de esquerda?

Ok. Esquerda. O que é isso de ser esquerda e de esquerda? Actualmente, a actividade politica e as ideologias estão em constante mutação. A politica está mais “pop”, supostamente mais acessível, explicada na televisão, mas os consultores de imagem acabam por tornar a mensagem mais ou menos turva. As ideologias, por seu lado, conhecem, desde há 15 anos para cá, um período de flexibilidade. Desde Tony Blair, a simbiose entre o mercado livre e a presença do Estado tornou-se um dogma da “esquerda moderna”. Durante os 10 anos em que Blair esteve no poder, o Estado tornou-se efectivamente mais controlador, mas não no campo económico. Enquanto essa área passou por um período de crescente liberalização, o Estado imiscuiu-se como nunca na vida das pessoas.

É esse o rumo? Não? Então, o que falhou? É isso ser de esquerda?

Não. Hoje em dia confunde-se esquerda com gostar muito das pessoas e querer que elas não fiquem desempregadas e tal. Essas coisas. Isso, no entanto, devia ser preocupação de todas as ideologias, se já não o é. Ser de esquerda é não deixar tudo nas mãos do mercado e esperar que ele regule tudo automaticamente. Tenho uma novidade: ninguém cria uma empresa à espera de prejuízo. Como é que é possível que a saúde possa ser regulada por privados? O mercado livre deve ser a regra, mas há sectores basilares que devem permanecer intactos – ou quase.

A “esquerda moderna” não nos serve, não serve à esquerda, precisamente porque não o é. Urgem medidas concretas, não da esquerda dos costumes (aborto, casamentos homossexuais, …), mas da esquerda económica, por actores que não estes. Urge uma esquerda sólida.

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Sobre António Feio

Morreu. Fica o mito. Vamos para o mesmo sítio, não se preocupem.

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