Arquivo de Maio, 2010

5 MINUTOS DE BANDA – parte 2: The Maccabees

Este espaço sem nome, que sem medo se estreou a semana passada, volta agora com um inspirado…nome: “5 minutos de banda”. Por enquanto o nome soa mais-ou-menos-mal, mas o povo vai-se afeiçoando ao que há, não é assim? Sem demoras aqui fica a parte 2 desta feita com:

THE MACCABEES

A história dos The Maccabees começou em 2007. Nome, que segundo a história conta, foi tirado da bíblia completamente à sorte. Este quinteto abriu o livro sagrado e escolheu uma palavra, a primeira que calhasse. Assim foi, de 2007 até hoje dois álbuns: o primeiro “Colour It In” do qual destaco “Little Love” (acho a música absolutamente fantástica) e o segundo “Wall of Arms”. Este último, lançado em Maio de 2010 está de certo mais crescido que o primeiro e não sou só eu quem o afirma. Para quem liga a estas coisas, a NME deu 8/10 e esta não foi a única crítica positiva. Ouçam a “No Kind Words” está uma delícia. Estes senhores bem ingleses, bem indie prometem marcar o ano 2010. Prova disso é que vão estar no sempre concorrido Leeds and Reading Festival (ainda por cima no palco principal!) e no Palco SuperBock do Optimus Alive! no dia 9 de Julho. Ao que parece será ainda cedo que se sobem ao palco, ao que parece são mesmo a primeira banda do dia mas (ao que parece) prometem mesmo aquecer os ouvidos dos presentes. Experimentem.

http://www.themaccabees.co.uk/ (o site está muito bom)

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edição limitada número oito

Ae cara, Edição Limitada voltou e tá botando pa quebrar geral vlw.

No oitavo Edição Limitada, desta vez sem Ricardo Gama ou outros amiguinhos (mas com algumas confissões, experiências e conselhos), podemos ouvir dois lados: o lado A, dedicado às descobertas do Diogo Lima no espectro indie (Arcade Fire, Grizzly Bear) e o lado B, que vai desde o electro ao dubstep (Digitalism, Pendulum, Numbernin6).

Download: MarkArchangel-EdioLimitada8700.mp3?bri=7.9&brs=153

PLAYLIST

LADO A

Arcade Fire – The Suburbs

Grizzly Bear – Two Weeks

Vampire Weekend – Cousins

The White Stripes – Blue Orchid

Peixe : Avião – Camaleão

LADO B

MGMT – Electric Feel (Justice Remix)

Digitalism – Idealistic

Make the Girl Dance – Baby Baby Baby

Crystal Castles – Courtship Dating

Pendulum – Slam

Prodigy – Breathe (Numbernin6 Remix)

O episódio está disponível para download aqui. Como de costume, vão comentando e espalhando o amor, nunca fez mal a ninguém!

2 Comentários

o novo rock português é tão medíocre.

edit: btw, los campesinos! em pdc!

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Ugly Americans, uma série que o FX não me deu a descobrir mas não me estranharia nada se desse

Hoje em dia é possível encontrar em termos de televisão um conjunto variado de séries de animação dedicados aos mais adultos, desde South Park aos desenhos da “família” MacFarlane (Family Guy, American Dad, Cleveland Show), passando por The Simpsons, The Life and Times of Tim e os não tão bons (na minha opinião, que embirro com aquilo) King of The Hill e The Goode Family. Provavelmente estarei a esquecer-me de uma ou outra, mas hoje queria falar-vos de uma trazida pelos nossos amigos da Comedy Central:

Peguem nas personagens dos vossos filmes, histórias e livros de terror/sci-fi preferidos e juntem-nas todas ao caos e à vida de Nova Iorque e têm Ugly Americans.

A série conta-nos a história de Mark, um assistente social que ajuda criaturas do sobrenatural a adaptarem-se à cidade americana, acompanhando a vida dos seus colegas e relações com um amigo zombie, um colega feiticeiro e uma namorada e chefes demoníacos. Uma ideia bastante original que, apesar de não ser excepcional em termos de história, cumpre o seu papel e entretém quem vê. O tipo de desenho, que tem um tom nostálgico a BD dos anos 50, é “agradável ao olho” e fluído o suficiente para que tudo funcione às mil maravilhas, apesar das várias críticas à animação que têm vindo a ser apontadas pela crítica.

Resumindo em poucas palavras (porque em muitas estaria provavelmente a revelar demasiado do programa ou a ser picuinhas), Ugly Americans vale a pena ver se gostam de algo na onda de The Life and Times of Tim e consegue criar em sete episódios de 20 minutos histórias coerentes com lições de moral e apontamentos comédicos recheados de alguma ironia que têm a sua graça, quanto mais não seja para ver um King Kong com a mania das limpezas ou um feiticeiro com problemas de álcool envolvido em situações bastante caricatas.

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Olha…

Hoje chegou a este blog um visitante que procurou pela palavra “labregos”. Acho que chegou ao destino certo. Obrigado Google!

Ontem chegou um outro a pesquisar por capas de cd manhosas. Obrigado Google…e Bruno! :P

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Que nojo

Nada justifica isto. Nada.

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Electrónica e Vegetarianismo

Têm os mesmos defeitos. O mais visível é o facto de ainda não terem aprendido que a simulação da realidade não é o mesmo…que a realidade.

Um sintetizador de guitarra, eléctrica ou acústica, NÃO é a mesma coisa que uma guitarra, eléctrica ou acústica. Custa assim tanto usar uma guitarra real, gravá-la e inserir essa gravação numa faixa de electrónica?

Um hamburguer de tofu, frito ou grelhado, NÃO é a mesma coisa que um hambúrguer de carne. Almôndegas de beringela não são almôndegas a sério! São almôndegas…de beringela! Dêem-lhes nomes a sério, valorizem-se mais, fáchavor.

Get real.

P. S. – Seja como for, este link ajuda a desmistificar vários preconceitos em relação ao vegetarianismo.

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E agora deixem-me estragar um post a sério com música

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Racismo…again!

Hey pessoal. Volto aqui para chamar-vos à atenção da parvoice histórica que é o racismo. Acho que nunca é demais vos mostrar a realidade dura e crua…

…e hoje, KKK. Ku Klux Klan, os nossos amigos “fantasminhas”, como os do papel higiénico. São uma organização sediada nos EUA e que não respeita propriamente as diferenças da raça do ser humano…tiveram o seu auge nos anos 20, e eram reconhecidos de uma maneira geral como “gente boa”…em Washington, em 1925, mostraram a envergadura do organização numa parada.a nojeira deste tipo de organizações (tal como qualquer tipo de movimento nacionalista e pró-racista) traduz-se nos inúmeros crimes contra a Humanidade, que em alguns locais do mundo se mostram bem aceites, como o foram nos anos 20 e 30, nos EUA.e assim vos espero ter dado a volta ao estômago…outra vez. Obrigado pela atenção e pensem duas vezes se qualquer tipo de segregação racial culmina num resultado favorável para alguém que bate bem da bola. Abraço

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um fotograma, uma música i

O filme é Into The Wild, de Sean Penn e a música é Rise, de Eddie Vedder. Neste caso a associação é um pouco óbvia, dado que a banda sonora do filme foi criada pelo músico dos Pearl Jam. Escolhi, para começar esta mini-rubrica, este coise (muito bom, já agora) dado que é um exemplo de como a música interage perfeitamente com a imagem e a história. Se quiserem descobrir mais sobre o filme cliquem aqui.

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